Com taxa juros Selic=11,25% e inflação=4,08%; em 30-31/maio tem reunião para decidir nova taxa de juros. Europa, Japão e Estados Unidos estão com taxas reais negativas ou zero. O Brasil está com juros reais em 7,17% e crise de emprego e política. Qual será a nova taxa de juros suficiente para crescimento do país?

Tem parte do mercado imaginando a nova taxa em somente 10%. Sendo que o país tem grande gasto para pagamento de títulos públicos, os bancos precisam emprestar para multiplicar o crédito a empresas e pessoas do país, será difícil continuar a pífia reação da economia com tão grande retração, enxugamento de moeda atual e em continuidade. Logo, logo, virá uma reação contra a atividade e novo revertério de confiança dos agentes! Os torcedores a favor do país gostariam de ver um ano melhor… Com tamanha crise política ainda em curso, o Banco Central com a presidência qualificada na área de câmbio e com interesse pela indústria, mostrada em trabalhos acadêmicos… poderia dar ao país uma chance com um corte maior dos juros para compensar a falta de confiança em curso… É de admirar que a maioria do mercado de capitais esteja esperando um corte simples de apenas 1,25%, se os bancos sobrevivem melhor multiplicando crédito e fôlego à atividade econômica do que só ganhando com aplicação financeira. Não é verdade?

Aqui está um singelo ente do mercado, que dá conta sobre dados básicos da SELIC: http://carteirarica.com.br/taxa-selic/

Cresce a pressão para redução da taxa de juros. A redução do crescimento de março somada à redução da inflação significa juros reais aumentando. Isso significaria aumento de desemprego por restrição de crédito, menos dinheiro no mercado… Na verdade, o país vem crescendo menos do que pode desde os anos 80:

Nelson Barbosa, professor titular da Escola de Economia de São Paulo (FGV) e professor visitante da Universidade de Brasília, foi ministro da Fazenda e ministro do Planejamento no governo Dilma. Publicou artigo (Valor, 24/02/17), dentro do debate sobre a política de juros no Brasil, que reproduzimos abaixo. “O Brasil tem a mais alta taxa básica […]

via Taxa real de juro: Evolução e Perspectivas — Cidadania & Cultura

Preço de petróleo continua subindo:

Nova York, 15 – Os contratos futuros de petróleo fecharam no maior nível em duas semanas nesta segunda-feira, 15, impulsionados por uma declaração dos ministros de Energia da Arábia Saudita e da Rússia, que apoiaram uma extensão no acordo de cortes na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outros grandes…

via Petróleo fecha em alta após países apoiarem cortes — EXAME.com – Negócios, economia, tecnologia e carreira

Inflação decrescente com juros descendo menos significa juros reais subindo, conforme publicação anterior:IPC avança 0,38% em abril e em 12 meses acumula 3,34%

No mês de abril o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de Curitiba avançou 0,38%. A taxa, em março de 2017, foi de -0,08% e, em abril de 2016, 1,03%. Em decorrência da alternância de r…

Fonte: IPC avança 0,38% em abril e em 12 meses acumula 3,34%

http://g1.globo.com/economia/noticia/inflacao-oficial-fica-em-014-em-abril.ghtml

Note, abaixo, nesse artigo que a taxa de juro real ainda está subindo

. Autores: Grupo 5 – REC2201-Macroeconomia 2017 “No início de 1999, com o fim do câmbio fixo e num ambiente marcado pela incerteza quanto ao impacto da desvalorização do Real sobre a inflação, o governo anunciou que passaria a conduzir a política monetária por base no sistema de metas; estabelecido em junho de 1999. […]

via Evolução da taxa de juros e inflação brasileira desde 1999 — Random Walk