Uma preocupação que só funciona se estiver ligada às próximas decisões de taxas de juros e melhoria da confiança empresarial, consumidora, e principalmente dos fatores desse ano de eleições presidenciais! Nem o quarto ou quinto poder – a intelectualidade universitária nacional com a imprensa; e a pressão de municípios e estados contra a queda de arrecadação de impostos não sensibilizou a administração federal desde que caiu o imposto do cheque e, de novo, no início do governo Temmer, fazendo crescer a dívida pública e contra o investimento governamental orientando estrategicamente as empresas. Infelizmente, o neoliberalismo de Hayek e Milton Friedman não enxerga isso na sua propaganda:

Brasília – Sem a aprovação da reforma da Previdência, o governo terá de cortar R$ 14 bilhões de outras áreas na proposta do Orçamento da União de 2019. Esta era a economia de despesas que o governo previa para o ano que vem com a aprovação da reforma, informou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira,…

via Sem Previdência, governo cortará R$ 14 bi do Orçamento de 2019 — EXAME

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